sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
À tarde, depois de acertrmos com a médica veterinária, o King fazia a sua última viagem!
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Foi um sofrimento atroz o que se abateu nos nossos corações : por um lado o seu o seu padecimento, por outro o termos de abreviar a sua partida!
E assim o King desapareceu do nosso quintal; deixou de haver aquele bulício a cirandar todo o dia no passeio de cimento, deixou de se ouvir o seu ladrar, o saltitar da bola, o raspar na madeira da casota, o tloc-tloc dele a beber a água...Tudo ficou em silêncio. Um silêncio pesado e triste...As lágrimas, engolidas umas vezes, outras derramadas persistiram por muito tempo, associadas a uma pungente saudade.
Era o nosso King que tanto que fazer nos tinha dado, mas também acompanhado e até talvez defendido. Mas era , sobretudo, uma recordação viva do Tibério. Tinha sido uma escolha dele que nos coubera por herança. Era uma página da sua vida que vivia no King. Assim, foi como se a morte ,uma segunda vez, nos estivesse visitando...
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