Enquanto um pequeno número de pessoas se rodeia de objectos cada vez mais inúteis, consome os recursos de todos e inunda o mundo de detritos, desaparecem os pirilampos e as toupeiras, secam os campos e as florestas, envenenam-se os mares e os rios e morrem de doenças e de fome todos os que não estão em condições de participar no banquete. Se assim é, que sentido tem falar dos nossos impulsos íntimos? Não será perder tempo, exercer uma forma de egoísmo actualmente inaceitável?( De " O Fogo e o Vento" de Susana Tamaro)

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